Prisma Literário: Últimos Filmes Assistidos #54

Últimos Filmes Assistidos #54



Sinopse: Anos 1950. Troy Maxson (Denzel Washington) tem 53 anos e mora com a esposa, Rose (Viola Davis), e o filho mais novo, Cory (Jovan Adepo). Ele trabalha recolhendo lixo das ruas e batalha na empresa para que consiga migrar para o posto de motorista do caminhão de lixo. Troy sente um profundo rancor por não ter conseguido se tornar jogador profissional de baseball, devido à cor de sua pele, e por causa disto não quer que o filho siga como esportista. Isto faz com que o jovem bata de frente com o pai, já que um recrutador está prestes a ser enviado para observá-lo em jogos de futebol americano.

Um Limite Entre Nós é o tipo de filme recheado de diálogos marcantes, agitados e importantes, aliás, o forte do filme são os diálogos. Um filme que retrata o machismo de um pai que faz de tudo para alimentar sua família, mas que peca pela falta de carinho. Nada novo sob o sol, não é mesmo? Ainda mais pela época que se passa. É o tipo de longa que nos leva para inúmeras reflexões, um filme inteligente, forte e com certeza um dos melhores do Oscar do ano para mim.

Sinopse: Sarah Taylor (Rebecca De Mornay) é uma psiquiatra que, ao fazer compras, conhece um homem (Antonio Banderas) que diz vender sistemas de segurança e que já foi policial. Entre eles surge um envolvimento, mas ela passa a ser ameaçada de forma cada vez mais assustadora por um desconhecido. Ela resolve então investigar seu namorado e descobre que nem tudo que ele diz é verdade.

Mais um filminho de obsessão para não perder o costume, se não, não sou eu. Nunca Fale com Estranhos estava na minha lista há um tempinho e conseguiu me prender bastante, não é nada muito original mas a atmosfera e pegada do filme conseguem nos instigar para descobrir o final. E posso dizer que foi um final para lá de surpreendente, não esperava nunca o plot twist que aconteceu nesse filme, fiquei realmente boquiaberta e foi isso que me conquistou.
Sinopse: Jacqueline Kennedy (Natalie Portman), inesperadamente viúva, lida com o trauma nos quatro dias posteriores ao assassinato de seu marido, o então presidente dos Estados Unidos John F. Kennedy.

Jackie me chamou atenção exclusivamente por ter Natalie Portaman no elenco, e claro, pelos inúmeros elogios. Com certeza reconheço que é um filme para lá de importante mas que infelizmente foge totalmente do que procuro num longa, não me conquistou, não me prendeu e eu contava os minutos para acabar.
Sinopse: Durante seis meses, Jordan Belfort (Leonardo DiCaprio) trabalhou duro em uma corretora de Wall Street, seguindo os ensinamentos de seu mentor Mark Hanna (Matthew McConaughey). Quando finalmente consegue ser contratado como corretor da firma, acontece o Black Monday, que faz com que as bolsas de vários países caiam repentinamente. Sem emprego e bastante ambicioso, ele acaba trabalhando para uma empresa de fundo de quintal que lida com papéis de baixo valor, que não estão na bolsa de valores. É lá que Belfort tem a ideia de montar uma empresa focada neste tipo de negócio, cujas vendas são de valores mais baixos mas, em compensação, o retorno para o corretor é bem mais vantajoso. Ao lado de Donnie (Jonah Hill) e outros amigos dos velhos tempos, ele cria a Stratton Oakmont, uma empresa que faz com que todos enriqueçam rapidamente e, também, levem uma vida dedicada ao prazer.

Mais um filminho que estava na minha lista há tanto tempo e que finalmente tomei vergonha na cara para ver. O Lobo de Wall Street é famoso por suas cenas tão fortes e sem cortes. Apesar de ser um filme longo, conseguiu transmitir de forma muito positiva por ser agitado, engraçado e até mesmo inteligente e realista. Gostei muito, comparei bastante a Prenda-me se For Capaz, e com certeza prefiro Prenda-me se For Capaz, mas com certeza gostei e me surpreendi com Leonardo Di Caprio mais uma vez.

Sinopse: O filme conta a história de um casal de pais divorciados (Ethan Hawke e Patricia Arquette) que tenta criar seu filho Mason (Ellar Coltrane). A narrativa percorre a vida do menino durante um período de doze anos, da infância à juventude, e analisa sua relação com os pais conforme ele vai amadurecendo.

Boy Hood me afastava um pouco por conta de ter 3 horas de filme, assim como O Lobo de Wall Street mas ainda assim, estava curiosa e muito empolgada. Como esperado, é um filme bem palpável e pé no chão por ser baseado em uma história real e gravado num período de 12 anos para manter os mesmos atores. Um longa que retrata a vida familiar comum na maioria dos lares e que pode nos levar a reflexão e também a identificação com os personagens, por conta de seus problema,s questionamentos e frustrações. Vale muito a pena.

2 comentários:

  1. Oooi! Eu ainda não vi nenhum desses filmes, na verdade tem um tempão que eu não vejo filmes! Eu queria muito ver Jackie, mas também não sei se vou curtir.
    Ah, te indiquei em um post no meu blog ☺ Um beijo! Os Delírios Literários de Lex

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  2. Gostei muito da sua lista. Já vi alguns desses filmes.
    Bom fim de semana!

    Jovem Jornalista
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    Até mais, Emerson Garcia

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